Passsando o chapéu

Passsando o chapéu

PARA NÓS DO NOVO, VOCÊ É QUEM DECIDE COMO, QUANDO E ONDE VAI USAR SEU DINHEIRO.

 

O PARTIDO NOVO NÃO USA O SEU DINHEIRO INDIRETAMENTE.

O Partido Novo não usa dinheiro de Fundão ou de Fundo Eleitoral para financiar campanhas políticas. Cada candidato financia sua própria campanha, usando dinheiro próprio e dinheiro arrecadado de pessoas que simpatizam com seus projetos e bandeiras.

SE NOSSAS IDEIAS CONTRIBUEM, INVISTA DIRETAMENTE NO CANDIDATO DO NOVO QUE TEM PROPOSTAS QUE VÃO MELHORAR SUA VIDA

Vereadores tem que fazer bons projetos para a cidade, criando leis novas, eliminando antigas. Além disso, tem que fiscalizar a prefeitura para garantir que o dinheiro seja gasto corretamente, de acordo com o planejado no orçamento elaborado sempre no ano anterior.

Você deve escolher a e apoiar candidatos que pretendem melhorar a vida de todos cidadãos – e se afastar daqueles que só pensam em se reeleger ou tem propostas que beneficiam a pequenos grupos de pessoas.

Escolha candidatos que tem propostas que vão melhorar sua vida pessoal (e a de seus familiares, filhos e dependentes) ou sua vida empresarial (como empreendedor, por exemplo).

Você estará investindo não num candidato: você estará investindo em projetos que podem melhorar o seu futuro.

 

CONHEÇA ALGUNS TEMAS QUE PRETENDO DEFENDER NO LEGISLATIVO DE CAMPINAS

  • MAIS TECNOLOGIA PARA SIMPLIFICAR E BARATEAR A SUA VIDA, como pessoa ou como empresário. Que tal um Prefeitura 100% Digital (todos serviços online)? Que tal não precisar mais ir em filas para marcar cirurgias e consultas em hospitais públicos (tudo via celular)?
  • EDUCAÇÃO PÚBLICA: CRECHES E ESCOLAS PARA TODOS. Imagine o quanto você poderia economizar se não precisasse colocar seus filhos em creches ou escolas particulares! Faça as contas…
  • EMPREENDEDOR SIM, DESEMPREGADO NÃO: é preciso incentivar programas de microcrédito num mundo em que há cada vez menos vagas de trabalho. Nada de ficar desempregado. E uma ajuda para começar a empreender é fundamental.

ONDE O DINHEIRO DAS CONTRIBUIÇÕES VAI SER GASTO?

O dinheiro das contribuições vai ser essencialmente gasto em comunicação. No meu caso, preciso contar para as pessoas quem sou e o que proponho. Hoje em dia – sem a possibilidade de fazer reuniões devido à pandemia – os custos serão basicamente de marketing digital, na Internet. São necessários – em Campinas – pelo menos 17 mil votos para eleger um vereador. O custo de comunicação por eleitor é de pelo menos 5 reais. Logo, o montante mínimo que preciso é de 85.000 reais. O ideal seria atingir 100.000 reais.

COM QUANTO CONTRIBUIR? PRECISO DA SUA AJUDA!!!

Com qualquer valor a partir de 10 reais. Note que – pela lei – você não pode contribuir com mais de 10% do seu rendimento do ano anterior, declarado no seu imposto de renda. Contribuir é muito fácil: basta dar um clique no botão DOAR AGORA!
doar agora

Lembre-se que os demais partidos estão usando dinheiro público – e o NOVO é a única exceção. Se eu não tiver contribuição de vocês, candidatos de outros partidos vão “aparecer” para o público e eu não, reduzindo muito as possibilidades de me eleger (o que ocorre com todos candidatos do NOVO). Por isso, sua contribuição é fundamental para mim ou para qualquer pré-candidato do Novo!

QUANDO CONTRIBUIR?

Quanto mais cedo melhor. Nestas eleições as propagandas vão iniciar em 27 de setembro. Mas já temos que preparar todo material: artes, anúncios, fotos, etc.

VOCÊ JÁ CONTRIBUIU?

Agradeço de coração se você já fez alguma colaboração. Você pode efetuar outras contribuições, sem problemas, até o mês de novembro, quando teremos as eleições de 2020.

Ajude a renovar Campinas.

Eu conto com você. O NOVO conta com você. Conte com o NOVO.

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#ConteComONOVO #CampinasNovaDeNovo #PartidoNovo

A transfomação digital da Estônia

A transfomação digital da Estônia

Estônia, um exemplo de transformação digital

A tecnologia se consolidou como uma importante ferramenta para solucionar as demandas da sociedade. A internet já é tecnologia de ponta em muitos países – como a Estônia, um país com uma população praticamente do tamanho de Campinas: 1.300.000 habitantes

Ela hoje é responsável para construir diálogos entre cidadãos, empresas e órgãos governamentais.

O país era um caos organizacional até 1991, sem infraestrutura e sem administração – mas contava com líderes engajados que queriam reerguer o país, assim que ficou independente da União Soviética. Foi quando iniciou sua transformação digital

Nessa época, com a ascensão da internet, os estonianos encontraram na tecnologia uma oportunidade de fazer o que nenhuma outra nação que se adaptava ao mundo digital fez: criar um governo menos burocrático e mais colaborativo, pautado pela digitalização.

Tinham pouco dinheiro para investir. E queriam fornecer para a população serviços de excelente qualidade.  Tendo poucos recursos para investir, estabeleceram um plano de metas a serem atingidas até o ano 2000.

Esse plano envolvia treinar a população numa cultura digital.  Instalaram computadores com acesso à internet em todas as escolas e desenvolveram uma identidade digital para cada cidadão, que era pessoal e intransferível. Esse foi o início de todo processo.

A Estônia é hoje considerada como um dos maiores laboratórios de digitalização. Se transformou numaa referência mundial em termos de governo digital. Lá é possível ter acesso a quase todos os serviços públicos a partir de casa, sem precisar ir a nenhum órgão do governo e enfrentar filas e burocracia.

Mais de 98% da população já possui a identidade digital e pode, pela internet, abrir empresas, pagar impostos, registrar recém-nascidos, fechar contratos, matricular o filho na escola, marcar consultas médicas e até mesmo votar. Essas medidas economizam anualmente na Estônia aproximadamente 2% do PIB, o que no Brasil significaria aproximadamente R$ 120 bilhões ao ano. Quase cem por cento de seu governo é digital. 

A desburocratização de seus sistemas trouxe mais facilidade e praticidade às operações realizadas pela sociedade. Exemplos: é possível abrir uma empresa em 15 minutos, criar uma conta em um banco em apenas 24 horas e até mesmo participar das eleições pela internet.

Foi preciso percorrer um longo caminho para alcançar esse patamar e se consolidar como uma potência tecnológica, muito à frente de outros países-membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – consideradas as maiores economias mundiais.

Hoje em dia, quase 30 anos depois de ter iniciado este processo, a Estônia nos prova que governos que não digitalizam serviços  perdem, cada vez mais, a capacidade de governar com custos de atendimento decrescentes – e tem na burocracia um dos maiores entraves ao crescimento saudável da economia.

Governos que permanecem “analógicos” se tornam cada vez mais ineficientes, paquidérmicos – e sem capacidade de reduzir a carga tributária cobrada de cidadãos e de empresas. Outras iniciativas em países como a Índia e o Chile também mostram resultados muito positivos e comparáveis com os da Estônia.

 

O que é, na prática, um governo digital?

Governo digital é um governo que se transforma em plataforma tecnológica. Isso vale para a Federação, os Estados e os Municípios.

Para construir uma democracia inteiramente digital, ou algo muito próximo disso, é necessário somar esforços para criar alinhamento entre políticos, juristas e especialistas em segurança da tecnologia.

Foi assim que a Estônia elaborou um processo sustentado basicamente sobre três pilares:

  • o registro nacional, que armazena dados de cadastro da população pelo governo;
  • o cartão de identidade digital, que traz informações no âmbito jurídico, as quais garantem identificação e assinatura digital e
  • o desenho de leis baseadas na tecnologia, a fim de sustentar esse ecossistema.

 Atualmente, estima-se que dos 1,3 milhão de habitantes da Estônia (pouco maior que a população de Campinas), 98,2% possuem uma espécie de RG digital, em forma de Smartcard, que oferece à população acesso a mais de 500 serviços governamentais gratuitos.

Para utilizar, basta o cidadão validar a operação com um PIN, de forma semelhante ao que ocorre no Brasil com os cartões de débito e crédito.

Além disso, desde 2011, também é possível identificar os cidadãos pelo celular via Simcards especiais, os quais contêm um certificado digital e dois códigos de PIN para identificação.

Para utilizar qualquer serviço, portanto, basta ter acesso à internet e um leitor de Smartcard. Caso o cidadão não tenha essa estrutura é possível encontrar locais públicos, como bibliotecas, que disponibilizam computadores e leitores com internet gratuitamente e com segurança.

O país ainda oferece cem por cento de cobertura de Wi-fi (coisa hoje inimaginável num país com dimensões continentais, como o Brasil – mas perfeitamente possível para cidades-metrópole como Campinas) …

Na Estônia, todas as informações contidas na identificação digital dos cidadãos não podem, no entanto, ser armazenadas em mais de um local, conforme definido em lei. Isso significa que dados como nome, data de nascimento, endereço, informações bancárias, entre outras, devem estar cadastradas em uma única base de dados.

Dessa forma, para gerir essa estrutura, a Estônia desenvolveu uma rede chamada X-Road, que permite o compartilhamento de informações entre diferentes sistemas de maneira segura – e é dado ao cidadão, ainda, o benefício de determinar quais informações estarão disponíveis, quem terá acesso a elas e por quanto tempo.

Aqui no Brasil é impossível, hoje, se pensar nisso. Por exemplo, se você se aposenta, seus dados de aposentadoria, renda, telefones de contato e tudo mais vão para na mão de bancos, financeiras, empresas de crédito, empresas de cartões – que chegam a fazer mais de 40 ligações diárias para oferecer seus “empréstimos consignados”. Importunando sua vida como cidadão e sem ter de obter qualquer autorização sua para fazê-lo.            

No caso da Estônia, o compartilhamento de informações por meio da rede X-Road facilita a utilização de serviços interligados. Se uma pessoa consulta um médico, por exemplo, e recebe uma prescrição, as informações poderão ser acessadas por um farmacêutico.

Com isso, a Estônia vem fortalecendo a digitalização do governo de maneira segura e possibilitando que a sociedade desfrute de serviços de forma rápida e eficiente. Para se ter ideia do todo, há apenas três situações que exigem a presença física de um cidadão em uma instituição governamental: casamento, divórcio e transferência de titularidade de imóvel.

No mais, todo o funcionamento do país é digital.

 

Como a Estônia abandonou o socialismo e adotou o liberalismo

Como a Estônia abandonou o socialismo e adotou o liberalismo

A Estônia é um pequeno país no leste europeu.

Em meio à 2ª Guerra Mundial, na década de 1940, foi anexada compulsoriamente à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

O direito à propriedade privada e à liberdade foram repentinamente abolidos por Stalin.

O ditador socialista não hesitou em expropriar os estonianos, a exterminar e enviar para campos de concentração (Gulags) toda dissidência.

Como todos os demais países do bloco soviético, a Estônia tornou-se um país miserável, com baixo IDH, baixa expectativa de vida e inflação que ultrapassava 1.000%.

Com uma população de 1,3 milhão de habitantes, a Estônia é um dos membros menos populosos da União Europeia, zona do euro, OCDE, espaço Schengen, OTAN e, a partir de 2020, o Conselho de Segurança das Nações Unidas.(1)Wikipedia – Estonia

Fim da União Soviética

Após a dissolução da União Soviética, em 1991, a Estônia conseguiu recuperar sua independência e elegeu já em 1992 como primeiro ministro, o liberal Mart Laar.

As inspirações de Laar para reconstruir a Estônia foram tiradas do livro “Livres para Escolher”, do economista Milton Friedman.

Algumas das políticas adotadas imediatamente pelo primeiro ministro foram:

✅ Reforma Fiscal: sem poder imprimir dinheiro, o governo só tinha uma alternativa para manter a receita acima das despesas: cortando gastos. Isso foi feito através de privatizações e corte de subsídios. Além disso, com uma nova lei mais rígida, o parlamento ficou proibido de apresentar propostas de orçamento deficitário.

✅ Reforma Monetária: após equilibrar o orçamento, Laar providenciou a criação de uma nova moeda forte para conter a hiperinflação. Para estabilizar a moeda, foi necessário equilibrar as contas primeiro.

 Reforma Bancária: eliminou todos os bancos estatais, estimulou a concorrência no setor e definiu regras clara para os bancos privados: o Estado não socorreria bancos que estivessem falindo, como boa parte dos países passou a fazer depois da Grande Depressão.

✅ Abertura Comercial: desburocratizou o comércio exterior e aboliu barreiras de entrada, aumentando a concorrência.

O pacote de medidas foi implementado de uma vez, não de forma gradual como a maioria dos governos tenta fazer. “O remédio amargo é mais fácil de tomar em uma dose do que em uma série prolongada de doses”, afirmou Lescek, um dos responsáveis pela reforma econômica da Polônia.

Resultados para a Estônia na prática

Como resultado, a renda da população foi multiplicada por sete, saindo de U$5.000,00 para U$35.000,00.

Além disso, o país virou uma referência em tecnologia e lidera a implementação do governo digital. Trataremos sobre esse assunto em outro post (Estônia, um exemplo de governo digital).

O NOVO acredita que devemos sempre nos inspirar nos exemplos que deram certo.

A liberdade econômica é fundamental para gerar desenvolvimento, emprego e renda.

Assim como Milton Friedman inspirou as reformas na Estônia, suas obras também inspiram as reformas que o NOVO quer para o Brasil.

O país ocupa uma posição muito alta no Índice de Desenvolvimento Humano e também nas medidas liberdade econômica, liberdade civil, educação e liberdade de imprensa.

Os cidadãos estonianos recebem assistência universal à saúde, educação gratuita e licença de maternidade paga mais longa na OCDE.

Uma das sociedades mais avançadas em termos digitais do mundo, em 2005 a Estônia se tornou o primeiro estado a realizar eleições pela Internet e, em 2014, passoua a der o primeiro estado a fornecer residência eletrônica (e-residência). (2)Tudo sobre e-residencia na Estônia

Referências   [ + ]